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Cloridrato de paroxetina: para que serve e como usar

Princípios ativos: cloridrato de paroxetina

ESTE TEXTO FOI EXTRAÍDO MANUALMENTE. CONSULTE SEMPRE A BULA ORIGINAL

Apresentação

Apresentação de Cloridrato de paroxetina

Uso Oral
Uso Adulto

Laboratório: Sandoz

Paroxetina comprimido revestido 20 mg. Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.

Composição

Composição de Cloridrato de paroxetina

Cada comprimido revestido de 20 mg contém:
cloridrato de paroxetina............................ ....................................22,80 mg (equivalente a 20 mg de paroxetina)

excipientes q.s.p. .........................................................................1 comprimido (fosfato de cálcio dibasico diidratado, fosfato de cálcio dibasico anidro, lactose monoidratada, amidoglicolato de sodio, estearato de magnésio, dióxido de titânio, hipromelose, macrogol e polissorbato).

1. Para que este medicamento é indicado?

Para que serve Cloridrato de paroxetina

Paroxetina é indicado para o tratamento de ADULTOS que apresentam algumas das condições abaixo:
- depressão (mesmo que, anteriormente, outros antidepressivos não tenham sido eficazes);
- comportamento obsessivo ou compulsivo (incontrolado);
- ataques de pânico, inclusive os causados por fobia (pavor) de lugares abertos (agorafobia);
- ansiedade generalizada (sensação de muita ansiedade ou ne rvosismo em situações rotineiras), inclusive em situações que exigem contato social;
- ansiedade seguida de evento traumático (transtorno de estresse pós
-traumático): acidente de carro, assalto ou desastre natural, como enchente ou terremoto.

Paroxetina não é indicada no tratamento de crianças e adolescentes menores de 18 anos (ver na seção 4. O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento? o item Uso em Crianças e Adolescentes Menores de 18 Anos). 

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2. Como este medicamento funciona?

Ação esperada de Cloridrato de paroxetina

Paroxetina eleva os níveis de uma substância produzida pelo cérebro, a serotonina (5 -hidroxitriptamina, ou 5-HT). Paroxetina pertence a uma classe de medicamentos chamados de inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS).

Assim como outras substânciasdessa classe, pode não eliminar os sintomas imediatamente. Os pacientes, de modo geral, se sentem melhor algumas semanas após o início do tratamento.

Às vezes os sintomas de depressão e outros transtornos psiquiátricos provocam pensamento e/ou comportamento suicida. É possível que esses sintomas continuem ou aumentem até que o antidepressivo alcance sua ação completa.

Informe seu médico imediatamente ou procure o hospital mais próximo caso ocorra algum pensamento ou comportamento estressante durante o início do tratamento ou em qualquer outra fase enquanto você estiver tomando paroxetina. Avise também seu médico se você apresentar qualquer piora da depressão ou se novos sintomas surgirem durante o tratamento. 

 BULAS POPULARES:

3. Quando não devo usar este medicamento?

Contraindicações e riscos de Cloridrato de paroxetina

Paroxetina é contraindicado para pacientes com alergia conhecida à droga ou a qualquer componente da fórmula.

Você não deve tomar paroxetina ao mesmo tempo que outros medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da MAO, com um antibiótico chamado linezolida e com azul de metileno. Só passe a usar paroxetina duas semanas após ter deixado de tomar esse tipo de medicação. Da mesma forma, você só deve iniciar tratamento com inibidores da MAO e os demais citados duas semanas após ter deixado de usar paroxetina.

Você também não deve tomar paroxetina ao mesmo tempo que tioridazina ou pimozida (ver, na seção 4. O Que Devo Saber Antes de Usar Este Medicamento, o item Interações Medicamentosas).

Se você não tem certeza de estar usando inibidores da MAO ou medicamentos à base de tior idazina ou pimozida, consulte seu médico antes de iniciar tratamento com paroxetina.

4. O que devo saber antes de usar este medicamento?

Precauções e advertências de Cloridrato de paroxetina

Se você responder SIM a qualquer uma das perguntas abaixo, consulte seu médico porque, nesses casos, paroxetina deve ser usado com cautela.

- Você usa (ou usou nas últimas duas semanas) medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da monoaminoxidase (IMAO)?

- Você usa (ou usou nas últimas duas semanas) um antibiótico chamado linezolida?

- Você usa medicamentos à base de tioridazina?

- Você usa medicamentos à base de pimozida?

- Você já apresentou crises de mania (hiperatividade ou excitação incontrolável)?

- Você tem problemas no fígado, no coração ou nos rins?

- Você sofre de epilepsia ou já teve um ataque epiléptico (crise convulsiva)?

- Você está grávida, sob suspeita de gravidez ou amamentando?

- Você tem apresentado sintomas como agitação ou mania durante o tratamento?

- Você tem glaucoma (pressão alta nos olhos)?

- Você está se tratando com medicamentos que aumentam o risco de sangramento?

- Você tem esquizofrenia ou toma medicamentos para tratar essa condição? 

- Você faz alguma outra forma de tratamento antidepressivo?

- Você está em tratamento com eletroconvulsoterapia (ECT)? 

- Você está utilizando tamoxifeno (tratamento ou prevenção do câncer de mama)?

Os médicos devem monitorar cuidadosamente os pacientes que apresentam histórico de pensamento e/ou comportamento suicida.

Durante o tratamento com antidepressivos, o risco de suicídio aumenta no estágio inicial da recuperação. Os adultos jovens, especialmente os que têm transtorno depressivo maior, podem ter um aumento no risco do comportamento suicida durante o tratamento com o cloridrato de paroxetina. Em caso de dúvida, peça orientação ao seu médico.

Se você tem mais de 65 anos, paroxetina pode provocar redução da concentração de sódio no sangue, o que causa sonolência e fraqueza. Se já apresentou algum desses sintomas, consulte seu médico.

Antes de dirigir veículos ou de operar máquinas, observe se paroxetina lhe causa cansaço ou sono. Caso isso ocorra, evite tais atividades.

O uso concomitante de paroxetina e álcool não é recomendado. 

Paroxetina não é recomendado para crianças e adolescentes menores de 18 anos d e idade. Os pacientes dessa faixa etária tratados com antidepressivos apresentam um aumento do risco de ocorrência de pensamento e/ou comportamento suicida. 

 

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Interações medicamentosas de Cloridrato de paroxetina

Interações medicamentosas Informe seu médico se você usa ou usou recentemente outros medicamentos. Assim como paroxetina pode modificar a ação de outros medicamentos, estes também podem afetar a ação de paroxetina. É possível que os seguintes medicamentos interfiram nos efeitos de paroxetina:

- outros antidepressivos;
- outras drogas que afetam a serotonina, como lítio, linezolida, cloreto de metiltionina (azul de metileno), tramadol, triptofano, erva-de-são-joão e certos medicamentos para enxaqueca;
- fentanila (utilizada em anestesia ou para tratar dor crônica);
- certos medicamentos usados no tratamento de irregularidades dos batimentos cardíacos (arritmias);
- alguns medicamentos utilizados para tratar a esquizofrenia; como a risperidona e tioridazina por exemplo;
- prociclidina, usada no tratamento da doença de Parkinson ou de outros transtornos do movimento;
- pimozida;
- fosamprenavir/ritonavir;
- anticonvulsivantes, como carbamazepina, fenitoína e valproato de sódio;
- inibidores das enzimas metabolizadoras, tais como fenobarbital e rifampicina;
- atomoxetina, utilizada no tratamento do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH);
- metoprolol, usado no tratamento de pressão alta, irregularidades dos batimentos cardíacos (arritmias) e angina;
- mivacúrio e suxametônio (utilizados em anestesia); 
- certos medicamentos que podem afetar a coagulação sanguínea e aumentar o sangramento, como anticoagulantes orais (varfarina), AAS (ácido acetilsalicílico) e outros anti-inflamatórios não esteroidais (como o ibuprofeno); tamoxifeno (utilizado no tratamento ou prevenção do câncer de mama).

Assim como ocorre com o uso de outras drogas, não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com paroxetina. 

Uso de Cloridrato de paroxetina na gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião - dentista. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas. 

Durante o tratamento, você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos.

Medicamentos como a paroxetina podem afetar o seu esperma. A fertilidade em alguns homens pode ser reduzida durante a utilização de paroxetina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

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5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Armazenamento, data de fabricação, prazo de validade e aspecto físico de Cloridrato de paroxetina

Conserve o produto em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC). Proteger da umidade.

Os comprimidos de paroxetina de 20 mg são biconvexos sulcados, em forma de cápsula, branco marcado com ‘56’ em uma das faces e ‘C’ na outra face. 

 

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. Como devo usar este medicamento?

Posologia, dosagem e instruções de uso de Cloridrato de paroxetina

Modo de usar 

Siga as instruções do médico sobre o modo de usar e os horários de tomar os comprimidos. Seu médico vai orientar você sobre o número de comprimidos que deve usar por dia.

Recomenda-se tomar paroxetina em dose única diária, pela manhã, com a alimentação. Você deve engolir os comprimidos, de preferência com um copo de água. 

Posologia

As doses variam de acordo com a indicação do médico.

A maior parte dos adultos deve tomar de 20 mg (um comprimido) a 40 mg (dois comprimidos) de cloridrato de paroxetina por dia.

Se você tem mais de 65 anos, a dose máxima recomendada é de 40 mg (dois comprimidos) por dia.

Seu médico pode iniciar o tratamento com doses menores e aumentá-las com o passar do tempo.

Para o tratamento de obsessões e compulsões, o médico pode sugerir doses de cloridrato de paroxetina maiores que 60 mg (três comprimidos) por dia.

Assim como acontece com outros medicamentos psicoativos, você deve evitar a interrupção repentina do tratamento com o cloridrato de paroxetina.

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Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

7. O que devo fazer quando esquecer de usar este medicamento?

Se você se esquecer de uma dose, aguarde e tome paroxetina no horário normal, na manhã seguinte. Não tome nem administre duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

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8. Quais os males que este medicamento pode me causar?

Reações adversas de Cloridrato de paroxetina

Algumas das reações adversas listadas a seguir podem diminuir de intensidade e frequência com a continuação do tratamento e geralmente não causam sua suspensão.

Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- enjoo
- alterações da função sexual normal, como impotência e ejaculação precoce

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- astenia (ausência ou perda da força muscular)
- ganho de peso corporal
- sudorese (aumento do suor)
- prisão de ventre, diarreia, vômitos, boca seca
- bocejos
- visão turva
- vertigem, tremores e dor de cabeça
- sonolência, dificuldade de dormir, agitação, sonhos anormais (inclusive pesadelos)
- aumento dos níveis de colesterol do sangue
- diminuição do apetite

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

- alterações da frequência da urina tais como retenção urinária, incontinência urinária
- erupções da pele (rash cutâneo)
- midríase (dilatação da pupila dos olhos)
- queda da pressão sanguínea quando você se levanta ou após permanecer muito tempo na mesma posição (hipotensão postural) 
- aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia sinusial)
- distúrbios extrapiramidais (houve relatos de distúrbios extrapiramidais, inclusive de distonia orofacial, ocorridos em pacientes com transtornos de movimento subjacentes ou que faziam uso de medicação neuroléptica)
- confusão, alucinações 
- sangramento anormal, predominantemente da pele e das membranas mucosas (sobretudo equimose)

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- hiperprolactinemia/galactorreia - produção de leite (mesmo quando a mulher não estiver amamentando)
- alteração/elevação dos resultados dos exames de enzimas do fígado 
- sensação de cansaço associada com incapacidade de permanecer sentado ou de pé (acatisia)
- convulsões
- irresistível vontade de mover as pernas (síndrome das pernas inquietas)
- baixos níveis de sódio no sangue, especialmente em pacientes idosos (hiponatremia)
- manifestações maníacas (tais sintomas também podem ser decorrentes de doença subjacente)
- distúrbios menstruais (incluindo menstruação prolongada, perda sanguínea fora do período menstrual ou ausência de menstruação)

Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):

- diminuição da quantidade de plaquetas (elementos do sangue que ajudam na coagulação)
- manifestações alérgicas graves, inclusive reações anafiláticas e anioedema (alergia grave que ocorre sob a pele)
- aumento dos níveis do hormônio (ADH) que causa retenção de líquidos/água 
- síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético (ADH) 
- síndrome serotoninérgica (um grupo de sintomas que pode abranger agitação, confusão, sudorese, alucinações, aumento dos reflexos, espasmo muscular, tremor e aceleração dos batimentos cardíacos)
- pressão alta no interior dos olhos (glaucoma agudo)
- sangramento no estômago e intestino
- problemas do fígado (como hepatite, às vezes associada com icterícia ou insuficiência hepática)
- inchaço dos braços e das pernas 
- reações cutâneas graves (incluindo eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica), urticária, reações de fotossensibilidade (sensibilidade aos raios solares)

Sintomas observados na interrupção do tratamento com o cloridrato de paroxetina:

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

- tonteira 
- distúrbios sensoriais 
- distúrbios do sono (inclusive sonhos intensos) 
- ansiedade 
- dor de cabeça 

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

- agitação 
- enjoo 
- tremor 
- confusão 
- sudorese 
- diarreia 

Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos

Quando o cloridrato de paroxetina foi testado em crianças e adolescentes menores de 18 anos com transtorno depressivo maior, transtorno obsessivo-compulsivo ou ansiedade social, observaram-se efeitos indesejáveis além dos registrados em adultos.

Os eventos indesejáveis mais comumente observados nos pacientes dessa faixa de idade, quando tratados com o cloridrato de paroxetina foram:

- alterações emocionais, inclusive autoflagelação, pensamento e/ou comportamento suicida, choro e alterações de humor
- hostilidade e comportamento irritável
- diminuição do apetite
- tremor (incontrolável)
- sudorese
- inchaço
- hiperatividade
- agitação
- hipercinesia

Nas crianças e adolescentes dos estudos clínicos, durante o aumento de doses ou durante a descontinuação do tratamento, foram observados: labilidade emocional (incluindo comportamento ou pensamento suicida, alterações de comportamento ou choro), nervosismo, tonteira, náusea e dor abdominal.

Os sintomas decorrentes da interrupção do tratamento, quase sempre ocorrem nos primeiros dias de interrupção ou, muito raramente, se você se esquecer de tomar uma dose. Entretanto, são mais comuns quando se interrompe o tratamento de forma repentina. Nunca interrompa o tratamento sem consultar seu médico. Na maioria dos casos, os sintomas são autolimitados (se resolvem por si só ) e desaparecem em alguns dias. Entretanto, se você sentir que os sintomas indesejáveis são muito fortes, consulte seu médico para obter orientação.

Há aumento do risco de ocorrência de fratura óssea entre as pessoas que tomam o cloridrato de paroxetina. Esse risco é maior durante as primeiras fases do tratamento.

Se você sentir algum outro efeito indesejável não mencionado aqui, avise seu médico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento

Superdosagem de Cloridrato de paroxetina

Sintomas e sinais 

As experiências de superdosagem de paroxetina demonstraram os seguintes sintomas: febre, alterações da pressão arterial, contrações musculares involuntárias, ansiedade e aumento do ritmo dos batimentos do coração.

Houve relatos ocasionais de coma ou alterações do eletrocardiograma, muito raramente com desfecho fatal, em especial quando paroxetina foi administrado em associação com outras drogas psicotrópica s (que atuam no sistema nervoso), com ou sem álcool. 

Tratamento

Não se conhece um antídoto específico.

O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem de qualquer antidepressivo. São indicadas medidas de suporte geral, com monitoramento frequente dos sinais vitais, além de cuidadosa observação. Os cuidados com o paciente devem estar de acordo com a indicação clínica ou com as recomendações dos centros nacionais de intoxicações, quando disponíveis.

Se você suspeita de superdosagem, entre imediatamente em contato com o seu médico ou com o hospital mais próximo.

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Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

Sintomas e sinais 

As experiências de superdosagem de paroxetina demonstraram os seguintes sintomas: febre, alterações da pressão arterial, contrações musculares involuntárias, ansiedade e aumento do ritmo dos batimentos do coração.

Houve relatos ocasionais de coma ou alterações do eletrocardiograma, muito raramente com desfecho fatal, em especial quando paroxetina foi administrado em associação com outras drogas psicotrópica s (que atuam no sistema nervoso), com ou sem álcool. 

Tratamento

Não se conhece um antídoto específico.

O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem de qualquer antidepressivo. São indicadas medidas de suporte geral, com monitoramento frequente dos sinais vitais, além de cuidadosa observação. Os cuidados com o paciente devem estar de acordo com a indicação clínica ou com as recomendações dos centros nacionais de intoxicações, quando disponíveis.

Se você suspeita de superdosagem, entre imediatamente em contato com o seu médico ou com o hospital mais próximo.

Dizeres Legais

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

Lote, data de fabricação e validade: vide cartucho.

Reg. M.S.: 1.0047.0569
Farm. Resp.: Cláudia Larissa S. Montanher
CRF-PR nº 17.379 

Fabricado por:
Aurobindo Pharma Limited
Hyderabad, Andhra Pradesh - Índia

Registrado por:
Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda.
Rua Antônio Rasteiro Filho (Marginal PR 445), 1.920, Cambé-PR
CNPJ: 61.286.647/0001-16
Indústria Brasileira

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